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| Camilo Aggio |
O uso das novas tecnologias da comunicação na propaganda eleitoral, foi
o tema abordado pelo marqueteiro, professor e pesquisador Camilo Aggio,
em uma entrevista coletiva concedida aos estudantes do II Semestre de
Comunicação Social da UESB, na manhã de quinta-feira, 21/10, em uma das
salas do modulo acadêmico II.
Aggio destaca "Eu não consigo enxergar desvantagens das campanhas, as chamadas campanhas online para a sociedade civil, para o cidadão na medida que grande parte da utilização, que se tem feito de recursos e ferramentas ligadas a internet por parte dos candidatos acaba por promover um maior fluxo de informação politica, ao meu ver relevante no que diz respeito a projetos a posicionamentos não obstante isso também proporciona que os candidatos sejam mais submetidos ao crivo e a critica dos eleitores."
Aggio destaca "Eu não consigo enxergar desvantagens das campanhas, as chamadas campanhas online para a sociedade civil, para o cidadão na medida que grande parte da utilização, que se tem feito de recursos e ferramentas ligadas a internet por parte dos candidatos acaba por promover um maior fluxo de informação politica, ao meu ver relevante no que diz respeito a projetos a posicionamentos não obstante isso também proporciona que os candidatos sejam mais submetidos ao crivo e a critica dos eleitores."
A entrevista seguiu com um tom bem-humorado. Aggio respondeu às perguntas de cerca de 8 estudantes.
Aggio demostrou confiança, em relação ao uso das redes sociais na propaganda eleitoral.
Em seguida quando questionado sobre o que realmente havia sido
liberado, o pesquisador afirma."Tudo é permitido na internet agora, a
uma pequena restrição no que diz respeito ao web site esse sim precisa
ser registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), e 48 horas antes
das eleições eles tem que sair fora do ar. Mas, as redes sociais
simplesmente foram entendidas, como um um fórum aberto. Cuja liberdade
de expressão é a tônica maior e não deve ser legislado, não há
legislação sobre isso a não ser sobre a questão do anonimato do insulto,
caso um candidato se sinta difamado, ai sim ele pode pedir direito a
resposta, mas a legislação entende, que a internet e como uma praça
publica, onde todos falam o que acham que devem falar nos limites
razoáveis, respeitando a liberdade do outro."
Por: Fabio Rocha, Jobeslane Pires
e Marla do Vale
